25.5.17
1
Na primeira vez que fugimos juntos para nos perdermos por aí, quando regressamos do jantar e do nosso passeio, chamaste-me à varanda onde estavas quietinho a observar a lua e o rio.
- "Olha lá, daqui dá para ver o rio!". E apontavas lá para o fundo.
Eu descalça e de bicos de pés lá me enrrosquei nos teus braços, à procura do conforto do teu abraço e assim fiquei.
Afastaste-me e com os olhos de quem pede o mundo, olhaste para mim e perguntaste:
- "Queres namorar comigo?".
Assim.
Tal e qual.
Se tu soubesses o que eu senti...
Acho que fiquei assim a modos que apática durante alguns momentos, porque não acreditava que o meu sonho de princesa estaria a realizar-se.
Sei que brinquei contigo em relação ao dia.
- "No 25 de abril escolhes ficar sem a tua liberdade?".
Há um mês atrás fomos dormir diferentes e há um mês atrás acordamos diferentes.
Há um mês atrás a nossa aventura já tinha começado. E que aventura tem sido esta...
Não sei a quem, nem como agradecer pelos nossos caminhos se terem cruzado. Tens sido a paz pela qual a minha alma tanto ansiava. Não sinto que nada seja complicado quando estamos juntos (e quando, por acaso, algo surge... sei que no fundo me ouves e eu a ti). Fazes-me sonhar (e acordada estou sempre na lua). Motivas-me. És a quem eu quero contar as coisas bizarras do dia-a-dia. És tu a causa da minha felicidade e de andar sempre com um sorriso estampado nas trombas. É contigo que estou a aprender que o amor é bom, que as borboletas existem e que a saudade dói.
Foste (e hás-de ser sempre) o meu salvador. O homem e o amor que apareceram quando eu estava de costas voltadas ao mundo. O salvador que pegou na minha mão e me levantou do chão, onde eu estava sentada a limpar as feridas dos joelhos. A doce teimosia que me quis mais perto e que... não me larga mais [nem eu deixo!].
Parabéns a ti por seres a minha paz. Parabéns a nós, que ainda temos tanto por viver juntos. ❤
23.5.17
22.5.17
16.5.17
10.5.17
D
"Um dia alguém vai entrar na tua vida e tu vais saber que é ele.".
Quem é que nunca ouviu esta frase? Eu ouvi-a da minha melhor amiga. Mais do que uma vez até. Nunca achei que fosse fazer sentido. Sonhava, isso é claro. No meu mais íntimo sonhava com o amor da minha vida. Quem não?
Conheci-te porque as circunstâncias do [nosso] mundo assim o quiseram. E sempre me irritaste. Não me arrancavas sorrisos quando me aparecias à frente. Nem meus, nem de ninguém. E tu sabe-lo. Dizes que assim estás a fazer as coisas como deve de ser (só mais tarde entendi porquê).
Mas... um dia fizeste uma coisa diferente e decidiste passar algum do teu tempo perto de mim. Noutro dia, a mesma coisa. E no meio dessas tardes perdidas por aqui a fazer coisas que nada ensinam, estavas a tramar uma bem grande, debaixo do meu nariz (sem eu me apereceber!). Algo te levou a atares um fio invisível em mim, com o propósito de o ires puxando bem devagarinho até ti, todos os dias um bocadinho mais. E eu? Eu cá, dormente, não reparei em nada. Porém, cada vez estava mais próxima de ti.
Um dia puxaste com força demais e quando dei conta, estava frente a frente contigo.
E tu a quereres derrubar o muro à minha volta. Dois teimosos nunca teimam sozinhos. Eu não deixava e tu insistias... tanto, até que o trepaste.
Chegaste até mim da forma mais natural possível. Tocaste-me sem utilizares as mãos. Roubaste-me só para ti a seres tu próprio. Porque todos os dias me surpreendes mais e mais, sem teres que te importar com nada. Disso, te garanto.
Apaixonei-me por ti sem saber como, nem porquê. Apaixonei-me por ti, porque afinal de contas, tens o poder de me arrancar TODOS os sorrisos que tu queiras (embora eu implicasse que não!). Apaixonei-me por ti na primeira vez que me agarraste num abraço pelas costas. Apaixonei-me por ti na primeira vez que me deste a mão. Apaixonei-me por ti no beijo que demorou uma noite inteira a ser roubado. Apaixonei-me por ti nas visões que me transmites todos os dias. Apaixonei-me por ti por seres dedicado e focado nos teus objectivos. Apaixonei-me por ti por me queres dar a conhecer lugares novos e lindos. Apaixonei-me por ti em todas as vezes em que te esquecias que não como carne. Apaixonei-me por ti em cada gargalhada que me fazias (e fazes) dar. Apaixonei-me por ti na primeira vez que adormeci abraçada a ti. Apaixonei-me por ti em todos os segundos de protecção que o teu abraço me oferece. Apaixonei-me por ti na praia. Apaixonei-me por ti a fotografar-te. Apaixonei-me por ti e pelo nosso gosto musical tão parecido. Apaixonei-me por ti por quereres ser MEU e que eu fosse TUA. Apaixonei-me em todos os detalhes que estou a descobrir (e descubro) a cada dia que passa.
Vou continuar a apaixonar-me todos os dias.
Todos.
Todos.
Todos.
Quem é que nunca ouviu esta frase? Eu ouvi-a da minha melhor amiga. Mais do que uma vez até. Nunca achei que fosse fazer sentido. Sonhava, isso é claro. No meu mais íntimo sonhava com o amor da minha vida. Quem não?
Conheci-te porque as circunstâncias do [nosso] mundo assim o quiseram. E sempre me irritaste. Não me arrancavas sorrisos quando me aparecias à frente. Nem meus, nem de ninguém. E tu sabe-lo. Dizes que assim estás a fazer as coisas como deve de ser (só mais tarde entendi porquê).
Mas... um dia fizeste uma coisa diferente e decidiste passar algum do teu tempo perto de mim. Noutro dia, a mesma coisa. E no meio dessas tardes perdidas por aqui a fazer coisas que nada ensinam, estavas a tramar uma bem grande, debaixo do meu nariz (sem eu me apereceber!). Algo te levou a atares um fio invisível em mim, com o propósito de o ires puxando bem devagarinho até ti, todos os dias um bocadinho mais. E eu? Eu cá, dormente, não reparei em nada. Porém, cada vez estava mais próxima de ti.
Um dia puxaste com força demais e quando dei conta, estava frente a frente contigo.
E tu a quereres derrubar o muro à minha volta. Dois teimosos nunca teimam sozinhos. Eu não deixava e tu insistias... tanto, até que o trepaste.
Chegaste até mim da forma mais natural possível. Tocaste-me sem utilizares as mãos. Roubaste-me só para ti a seres tu próprio. Porque todos os dias me surpreendes mais e mais, sem teres que te importar com nada. Disso, te garanto.
Apaixonei-me por ti sem saber como, nem porquê. Apaixonei-me por ti, porque afinal de contas, tens o poder de me arrancar TODOS os sorrisos que tu queiras (embora eu implicasse que não!). Apaixonei-me por ti na primeira vez que me agarraste num abraço pelas costas. Apaixonei-me por ti na primeira vez que me deste a mão. Apaixonei-me por ti no beijo que demorou uma noite inteira a ser roubado. Apaixonei-me por ti nas visões que me transmites todos os dias. Apaixonei-me por ti por seres dedicado e focado nos teus objectivos. Apaixonei-me por ti por me queres dar a conhecer lugares novos e lindos. Apaixonei-me por ti em todas as vezes em que te esquecias que não como carne. Apaixonei-me por ti em cada gargalhada que me fazias (e fazes) dar. Apaixonei-me por ti na primeira vez que adormeci abraçada a ti. Apaixonei-me por ti em todos os segundos de protecção que o teu abraço me oferece. Apaixonei-me por ti na praia. Apaixonei-me por ti a fotografar-te. Apaixonei-me por ti e pelo nosso gosto musical tão parecido. Apaixonei-me por ti por quereres ser MEU e que eu fosse TUA. Apaixonei-me em todos os detalhes que estou a descobrir (e descubro) a cada dia que passa.
Vou continuar a apaixonar-me todos os dias.
Todos.
Todos.
Todos.
9.5.17
Conversas #1
"Esse sorriso diz tudo! Parece que tens 15 anos!".
Sempre ouvi dizer que há duas coisas que dificilmente conseguimos disfarçar: uma é a tosse e a outra o amor.
Sempre ouvi dizer que há duas coisas que dificilmente conseguimos disfarçar: uma é a tosse e a outra o amor.
7.5.17
Mãããããe, oh mãããe!
Todos os dias me desejas um bom dia.
Todos os dias procuras saber se estou bem.
Todos os dias metes comida em cima da mesa.
Todos os dias mandas três berros aos meus irmãos para se despacharem.
Todos os dias lanças um: "Será que é possível deixarem-me sossegada 5 minutos? Eu preciso de descansar!".
Todos os dias acordas bem cedinho para deixar as tarefas todas realizadas.
Todos os dias chegas cansada do trabalho e ainda tens 7434394864 coisas a tratar.
Todos os dias vais para o teu jardim inventar qualquer coisa nova.
Todos os dias reclamas que ninguém te ajuda.
Todos os dias afirmas que o meu irmão devia de passar menos tempo agarrado à consola e que devia de mergulhar nos livros, ainda assim, deixas-o estar "só mais um bocadinho".
Todos os dias tocas na tua viola "porque és a aluna mais dedicada".
Todos os dias tens que te deitar cedo.
Todos os dias precisas do nosso carinho e fazes questão de não deixarmos isso passar-nos ao lado.
Mas eu não estou aí todos os dias. [Já estive!].
O capítulo das nossas vidas onde começamos a preparar-nos para sermos pequenos adultos (neste mundo gigante), deixa um enorme gosto a saudade. E embora haja estes 8436327km sempre a separar-nos, és minha [nossa] mãe TODOS OS DIAS.
Todos os dias procuras saber se estou bem.
Todos os dias metes comida em cima da mesa.
Todos os dias mandas três berros aos meus irmãos para se despacharem.
Todos os dias lanças um: "Será que é possível deixarem-me sossegada 5 minutos? Eu preciso de descansar!".
Todos os dias acordas bem cedinho para deixar as tarefas todas realizadas.
Todos os dias chegas cansada do trabalho e ainda tens 7434394864 coisas a tratar.
Todos os dias vais para o teu jardim inventar qualquer coisa nova.
Todos os dias reclamas que ninguém te ajuda.
Todos os dias afirmas que o meu irmão devia de passar menos tempo agarrado à consola e que devia de mergulhar nos livros, ainda assim, deixas-o estar "só mais um bocadinho".
Todos os dias tocas na tua viola "porque és a aluna mais dedicada".
Todos os dias tens que te deitar cedo.
Todos os dias precisas do nosso carinho e fazes questão de não deixarmos isso passar-nos ao lado.
Mas eu não estou aí todos os dias. [Já estive!].
O capítulo das nossas vidas onde começamos a preparar-nos para sermos pequenos adultos (neste mundo gigante), deixa um enorme gosto a saudade. E embora haja estes 8436327km sempre a separar-nos, és minha [nossa] mãe TODOS OS DIAS.
Um sorriso num segundo
Hoje um velhote disse que devemos de olhar para as tristezas com alegria.
E não é que o senhor tem toda a razão do mundo?
"Não vale a pena ficares triste!".
E não é que o senhor tem toda a razão do mundo?
6.5.17
Relexões e lições
Sabem aquele exercício mental em que consiste numa reflexão diária [das possíveis lições que possamos ter aprendido durante o dia]?
Pois bem, é uma rotina quase obrigatória.
E é sobre isto que quero e vou escrever.
Posso dizer olá?
Faz este mês 7 anos que criei o meu primeiro blog. Dramas de uma adolescente que tinha a mania que era revoltada com as injustiças da vida. Ok, já não sou adolescente! Mas as injustiças continuam a fazer-me comichão no nariz.
Estamos em 2017 [até dói só de pensar] e achei que estava mais do que na altura de despedir-me do espaço onde partilhei tanto do meu coração e respirar uma lufada de ar fresco.
Por isso... Será que posso dizer olá? Ou somos velhos conhecidos?
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